"Não vou mentir. Sinto-me às vezes prejudicado em prol da equipa. Mas Deus queira que não tenha muitas hipóteses de jogar a médio-direito com o Olhanense. É sinal de que Salvio está bem, faz golos e o Benfica vence. O que interessa é a equipa", declarou, assumindo igualmente que não jogar sempre na mesma posição "tira rotinas e torna tudo mais difícil". "É o papel que tenho neste momento e há que encará-lo assim. Sou médio-centro, mas prefiro mesmo é jogar", considerou, garantindo estar "cada vez melhor fisicamente", mas "ainda não ao nível da época passada".
Rúben Amorim definiu o novo companheiro, José Luis Fernández, como um "rapaz muito tímido". "Vamos ajudá-lo a integrar-se no grupo", assegurou, insurgindo-se contra as comparações entre este argentino e o outro - o que foi para o Real Madrid: "Não devemos compará-lo a Di María, pois isso é dar muita responsabilidade ao Fernández neste momento. Di María é um jogador fantástico. Não digo que o Fernández não o possa ser, pois ainda não vi. É rápido, tem características parecidas, mas não devemos comparar."
O encontro desta noite com o Olhanense é de vitória obrigatória, embora Rúben Amorim reconheça que a formação algarvia "não se limita a defender e vai dificultar a vida ao Benfica". "Sentimo-nos capazes de vencer todos os jogos, mas no campeonato estamos dependentes do FC Porto, de esperar que eles percam pontos", comentou, escusando-se a entrar na guerra de palavras sobre arbitragem. "É chover no molhado", defendeu. Acerca da escolha de José Mourinho para melhor treinador do mundo, o camisola 5 destacou o facto de o treinador ter discursado em português. "É muito importante", defendeu, confirmando que também ele gostaria de um dia trabalhar com El Especial... no Real Madrid, no Benfica ou noutro grande clube.
fonte: ojogo

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